domingo, 27 de dezembro de 2015

Entrevista - Andre Zanki

Olá gente! Como presente supremo de fim de ano ganhamos uma entrevista exclusiva com André Zanki, o autor da aventura Steampuk "Le Chavalier e a exposição universal". Confiram!


1)     Como foi seu primeiro contato com a literatura ?
Comecei a ler muito jovem ainda. Sempre gostei de ouvir histórias e a passagem dos desenhos animados e filmes para a literatura me pareceu um passo bastante natural. Desta época, me lembro da Montanha Encantada – Maria José Dupré – e de boa parte da saudosa Coleção Vagalume. Depois, passei para as aventuras e crimes: Agatha Christie, Karl May e Julio Verne. Acredito que, como boa parte da juventude de hoje, minha iniciação de leitor se deu pela literatura de entretenimento.
2) Como foi escrever Le Chavalier e a Exposição Universal? Suas principais dificuldades e triunfos?

Capa do livro escrito por André
Quando tive convicção que o projeto Le Chevalier estava “pronto” como uma ideia razoavelmente acabada, iniciou a segunda etapa de pesquisa. Eu tive que fazer uma boa pesquisa histórica antes de fechar a história, pois queria entender como era a França naquele período, seus conflitos, modo de vida, sociedade, etc. Depois, ao bater ao martelo, revivi tudo isso para aprofundar o que já sabia. Ao estabelecer o gênero steampunk como mola condutora da história, pude tomar certas liberdades, o que resolveu uma séria de questões pendentes. Afinal, pesquisa histórica depende muito das suas fontes. Mesmo falando de uma Paris de 1867, dependendo de quem você lê, os detalhes que permeiam a obra podem pender para diversas alternativas completamente diferentes. As maiores dificuldades neste tipo de obra sempre residem no quanto a acuidade da sua obra vai alcançar. E o maior triunfo é quando tudo isso passa desapercebido. Ou seja, quando o leitor consegue ler, entender e penetrar na obra sem perceber que foi transportado para lá. Aí, você fisga ele até o fim.

3) Quais as principais influências na produção da sua obra?
Começando pelas mais óbvias, a literatura de ficção científica e fantástica do século XIX e início do século XX. Júlio Verne, Mary Shelley, H.G.Wells, Poe, Lovecraft, Conan Doyle e vários outros. Menos obviamente, as biografias dos grandes exploradores da época, que formavam este caldo cultural: David Livingstone, Howard Carter, Ernest Shackleton, Francis Drake, Robert Scott e vários outros. A mistura de histórias reais e fantásticas formaram o amálgama que deu origem ao Le Chevalier.
4) Fale-nos de seus outros projetos. Continuações, spin-offs e outras obras:
O projeto Le Chevalier continua se expandindo no próximo ano. Pretendemos lançar os quadrinhos da obra – com a parceria inestimável de Fred Rubim – que contará duas histórias inéditas do Cavaleiro a Serviço de Sua Majestade. Além disso, temos o segundo romance sendo terminado e possibilidades de outras mídias, como jogos digitais, rpgs e afins. 2016 será um grande ano para Le Chevalier e seus comparsas!

5) Deixe um recado para seus leitores!
Convido a todos para conhecer a obra no site  www.azcordenonsi.com.br  ou  facebook.com/LeChevalierBook. Desejo a todos um grande ano novo, repleto de livros instigantes, filmes fantásticos e séries inesquecíveis. Abraços a todos!


Para quem quiser ver a resenha do livro: http://letraseaventura.blogspot.com/2015/10/le-chevalier-e-exposicao-universal.html