quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

FRANKENSTEIN - QU4TRO COISAS WEBSÓDIO #34



Video muito bom que achei do canal virtual 4 coisas sobre  um dos maiores clássicos de terror e ficção científica e suas múltiplas derivações em várias mídias

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Desvendando os Quadrinhos - Ler ou não ler? - videoanálise



O livro "Desvendando os quadrinhos"  é a melhor análise sobre os quadrinhos como arte e linguagem que já li!
E o vídeo produzido pelo pessoal da Crás, uma das principais editoras de mangás independentes do pais, fez um resenha incrível, além de mostrar todo o histórico por trás da obra e do autor!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O livro dos Sith



espaço, fantasia científica, ficção cientifica, Ficção Espacial, Guerra nas estrelas, Jedi, Sith, Star Wars,

"A paz é uma mentira, só há paixão
 Através da paixão eu ganho força
 Através da Força eu ganho poder
Através do poder eu ganho vitória
Através da vitória minhas correntes são quebradas
A força me libertará"

       Esse é o código dos Sith, a ordem das sombras que acredita na força e no assassinato como as supremas fontes de poder.O livro simula um compendio de 6 livros criados pelos maiores usuários do lado negro da força, cada um com um tipo de letra, textura da pagina e estilo de escrita distinto. 6 diários diferentes contando a guerra entre os Sith e os Jedis do ponto de vista Sith, tomados de Papalpatine por Luke após derrotá-lo.
O primeiro livro conta os detalhes da origem do Sith , quando um grupo de Jedis rebeldes exilados encontraram uma civilização erguida pela magia negra, misturando seus conhecimentos Jedi com os encantamentos sombrios criaram a ordem.
No segundo livro vemos os relatos de um general Sith na guerra contra os Jedi
        No terceiro, Darth Bane mostra como matou todos os outros Sith há mil anos atrás para criar um única linha de mestre de discípulo, no qual o discípulo só vira mestre após conseguir matar seu professor, resultando em gerações cada vez mais cruéis de Sith. Na parte de equipamentos, vemos inclusive as armaduras capazes de bloquear um sabre de luz!
O quarto é escrito por uma xamã das trevas, detalhando as outras ordens místicas e guerreiras que usam o poder do lado pela galáxia, incluindo profetas da escuridão e assassinos com o poder de se transformar em animais.
O quinto mostra as anotações do mestre de Darth Sidius em busca da fórmula da imortalidade, a tentação que Palpatine apresenta a Anakin no Episódio III .
O sexto é escrito pelo próprio Palpatine falando de como dominou a galáxia e seus planos futuros para os Sith. o Fascinante é que aqui vemos todas as manipulações dele e do seu mestre, toda a história que ocorreu na nova trilogia om o ponto de vista do próprio senador maligno, contando passo a posso como enganou a orde Jedi e se tornou Imperador!
       Aqui, podemos apontar uma nova série de reflexões, desta vez sobre a natureza do próprio mal. Não é o aspecto rebelde que os torna maligno, pois os heróis da antiga trilogia são os rebeldes contra o império, com Han Solo sendo a encarnação da rebeldia! Ou mesmo de agirem nas sobras, como faziam alguns grupos jedi e os rebeldes liderados por Leia. O seu mal esta no seu poder tirado da selvageria, do medo imposto aos outros e do assassinato como recurso banal. Como diz o comentário do mestre Yoda no livro, a maior habilidade consiste em conseguir terminar uma luta sem mortes.
       Para quem gosta do universo Star Wars, sejam os games, quadrinhos, filmes ou seriados, essa obra é fenomenal! Junto com o Caminho do Jedi, um dos melhores livros de ficção científica no mercado!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Caminho Jedi



espaço, fantasia científica, ficção cientifica, Ficção Espacial, Guerra nas estrelas, Jedi, Star Wars,         Sabe em qual planeta e como surgiu a ordem Jedi? Ou como foi que simples cavaleiros rebeldes misturaram seu conhecimento com magia negra para criar a maligna ordem do Sith ? Que existem outros tipos de usuários luminosos e sombrios da força pelo universo sem qualquer ligação com o jedis? Ou mesmo raças inteiras imunes aos poderes da força, como uma raça de gigantes de pedra com consciência coletiva?
Se você curtiu qualquer filme ou seriado de Guerra nas Estrelas esse livro é pra você! Criado como a réplica de uma manual jedi da Antiga república passado de professor para aluno, recém-descoberto por Luke Skywalker em suas tentativas de criar uma nova ordem de cavaleiro Jedi, o livro é fascinannte!
         Temos anotações dos antigos donos, incluindo Yoda, Anakin ,Palpatine e próprio Luke! As anotações funcionam como frase filosóficas, piadas e mini-histórias, com as de Luke contando o que ocorreu após o filme "Episódio VI- o Retorno de Jedi",  lutando contra usuários do lado negro como o fantasma de um lord Sith e as dificuldade de criar sua ordem de cavaleiros, já que todos desconfiam do Jedi!
Funcionando inicialmente como um guia de armas, técnicas de lutas, personagens e outros elementos de Stars Wars numa primeira visão, cujo acabamento do livro já valeria a pena, os momentos em que ele relata a história da ordem  da criação da república e das guerras com o lado negro enriquecem o livro.  
          Além disso, com os comentários dos personagens fictícios que leram o livro daria pra forma outra obra de tanta informação, aventura e diversão que tem!
          Mesmo a estrutura técnica do livro acaba passando uma história por si só aos mostrar cada um dos passos da evolução de guerreiro da luz, desde a criança que acabou de entrar no templo até seu apogeu como mestre da ordem.
O interessante é que podemos filosofar um pouco sobre a queda dos jedi: Se eram tão numerosos, poderosos e organizados, por que caíram? Seria o excesso de auto-confiança e orgulho que mostram em alguns trechos do livro? Ou outros trechos que mostram uma atitude meio tirânica com os não jedi, por se considerarem os "escolhidos pela força", chegando a arrancarem crianças com o poder da força de seus familiares para serem criados pela ordem ?Seria por subestimarem as forças do lado negro? Seria por enfocarem tanto a defesa e o auto-controle que não haveria qualquer espaço para extravasar a emoções, a chave do poder do Sith?
         Erga seu sabre de luz e lute contra monstros alienígenas e mercenários espaciais nessa grande obra!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Jane Eyre


Charlotte Bronte, crepúsculo, era vitoriana, gótico, Romance, Jane Eyre

Hoje temos uma convidada muito especial!
A escritora do blog  Contos da Cami e analista de fan pages em  Analisando Fanpages  falará sobre o livo que é a origem das histórias românticas góticas e uma das inpirações oficiais de Crepúsculo. Com você, a resenha de Camila Bomfim sobre Jane Eyre :


Uma mocinha sofredora, um homem atormentado, um mistério e uma história de amor. Promissor, não?
Jane Eyre tem uma história envolvente e uma heroína forte. A personagem-título inicia suas desventuras ainda criança, adotada por uma mulher que a detesta e decide livrar-se dela mandando-a para um colégio interno para moças pobres. Lá, Jane passa fome, frio e enfrenta uma peste (e as pestes das preceptoras).
Já crescida, Miss Eyre torna-se governanta da filha de Mr. Rochester, um homem de mente atormentada por um terrível segredo (~risada maligna~), dono de uma mansão que alguns acreditam ser mal-assombrada.
Apesar de tudo, Jane e Rochester veem o quanto entendem um ao outro. Afinal, os dois já se ferraram muito nessa vida. Daí surge o amor e... o resto eu não vou contar! Mas muita água (e muitas lágrimas) ainda vai passar, e a força de Jane vai ser posta à prova muitas vezes.

O livro é uma aventura romântica, portanto (e das muito boas!). Ficou com vontade de ler?


Foto: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3454322/jane-eyre

Comentem, curtam e compartilhem!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A Nascente

     
a nascente, Alissa Zinovievna Rosenbaum, arquitetura, Ary Rand, filosofia, objetivismo, Steve Ditko, the fountainhead,


         Um dos motivos que me fazem demorar pra escrever uma resenha é quando o livro toca tão fundo minha alma e levanta questões tão essenciais que por semanas ainda fico refletindo sobre cada minúcia da história.
    A primeira vez que houvi falar de "A Nascente" e de sua escritora "Ary Rand" foi numa matéria sobre o Steve Ditko, o co-criador do Homem-Aranha e da maioria dos seus vilões! Extremante recluso e focado no trabalho, ele era adepto do Objetivismo, uma filosofia de vida criada pela filósofa Ary Rand e exemplificada nos seus livros, do qual o principal seria "A Nascente". Anos depois, com o lançamento de uma edição caprichada pela editora Arqueiro, comecei a mergulhar nas suas páginas.
A história se passa nos anos 20 centralizada em dois grandes personagens:

Roark: Arquiteto modernista, extremamente voltado para a funcionalidade de seus projetos, o herói do livro. Suas construções visam tirar o máximo proveito dos recursos naturais do local onde serão construídos e atender a necessidades reais de seus proprietários. Direto, seco e perseguidor incansável dos seus sonhos, jamais mentindo nem aceitando jogos burocráticos, uma amizade verdadeira com ele vale para toda a vida
Peter: Outro gênio da arquitetura, decorou a forma de fazer construções nos estilos de qualquer período histórico, sem desenvolver qualquer estilo próprio. Ascendendo na carreira através de bajulações e chantagens, seus projetos visam diretamente aqueles que querem ter uma casa ou edifício para ostentá-lo frente aos visitantes e aos jornalistas da cidade. Sua obra não reflete o cliente, mas o desejos deste de ser invejado pelos outros. Ao mesmo tempo que recorre a Roark por não ter a visão nem originalidade do herói, vê nele como sua principal ameaça.

Assim, a história vai decorrendo mostrando a briga entre diversas empresas de arquitetura pelos grandes projetos enquanto os dois buscam alavancar sua carreira, o primeiro cheio sonhos que deseja materializar em suas obras, o segundo apenas copiando estilos sem ter qualquer coisa original para oferecer. Peter se torna cada vez mais vazio a medida que vai abrindo mão de seus poucos sonhos para conquistar cada vez mais fama, esta lhe trazendo prazeres cada vez mais superficiais e restritos.
Mesmos os interesses amorosos dos personagens refletem diretamente suas filosofias, com a namorada de Peter submissa cada vez mais a ele e ao tio, até ser tornar alguém totalmente sem sonhos. Já a de Roark é incentivada cada vez mais a assumir sua individualidade perante todos.
No meio de tudo temos Toohey, o crítico de arquitetura que, dos bastidores, patrocina os autores de cada estilo de arte( literatura, arquitetura, tetro, etc) cujas obras aproximem de seu ideal. Visto como um grande humanitário e amigos das artes, Toohey incentiva Peter justamente pelo que sua arte é : vazia. Tudo o que valorize a mediocridade e ridicularize o heroico, tudo que despreze o individual e fortaleça o coletivo, tudo que esmague a iniciativa e fortaleça a submissão, essa é seu desejo para a humanidade.
Apesar de ter pouca passagens, um dos patrocinados por Toohey que mais expressa tudo isso é o crítico de teatro Jules.  Jules fala com prazer em sua coluna de jornal o quão perto está de chegar o dia em que, com os projetos individuais deixando de existir, as próprias obras de arte desaparecerão e os únicos artistas serão os críticos, que traçarão os perfis estéticos dos acontecimentos comuns do dia a dia ( A autora previu o Big Brohter! )
Como visto aqui temos a expressão do individualismo, do poder do ego, versus o coletivo, o poder da multidão/sociedade. Não uma coisa para ver correndo ou tomar o lado de um partido, mas para refletir cada detalhe, o que inclui as próprias ações do dia a dia. Como exemplo de reflexão desse tipo, no livro "O guia politicamente incorreto da história do mundo", o autor sugere que a ideia de vida simples e humilde de Ghandi poderia ser um motivo para a pobreza da Índia ainda maior do que o colonialismo inglês.
Mas, Luiz, você virou objetivista depois do livro? Minha resposta: não, mas vi nessa filosofia uma ótima ferramenta para questionamentos e o quanto adequada era ela pra época da guerra fria ( o livro foi escrito em 1935), onde ditaduras de direita e esquerda se espalhavam pelo mundo.Vi o quanto é importante pensar e planejar racionalmente sobre os próprios sonhos para realizá-los de forma a promover a criatividade de todos que forem tocados por ele, vi o quanto pessoas que santificamos podem na verdade estar perpetuando o problema que alegam combater, vi todos os tipos de rede de intrigas que podem pegar qualquer um e vi as possibilidade luminosas e sombrias da mídia. E a história é emocionante do início ao fim!
 
Foto: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2590153/a-nascente-the-fountainhead

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Percy Jackson e a Maldição do Titã

         Se você misturar Harry Potter com Cavaleiros do Zodíaco terá  um vislumbre do que é a série  de livros, pois ela vai além disso.
          Originalmente quando vi essa série de livros vendendo na bancas pensei: mais um clone do Harry Potter?  Uma cópia de Cavaleiros do Zodíaco? Será que a mitologia grega era só pretexto para mostrar briguinhas adolescentes?
Com os vários livros lançados por causa do sucesso e duas adaptações para o cinema,  resolvi começar diretamente pelo terceiro volume, passado cronologicamente 1 ano após os acontecimentos do filme "Mar de Monstros". Ai encontrei uma grata surpresa! Apesar de diretamente conectados, o livro podia ser lido de forma independente dos demais, com cada referência a acontecimentos anteriores feita de forma sucinta e clara, legível o suficiente pra quem não leu os outros e curta o suficiente para refrescar a memória de quem já leu!
A história do livro consiste numa aliança entre o Acampamento Meio-Sangue ( onde descendentes dos deuses do Olimpo como Percy e Thalia treinam) e as Caçadoras de Artêmis ( um ordem de guerreiras imortais a serviço da deusa da caça e da lua Artêmis) se unem contra  o exército de Cronos ( o antigo tirano que governava a Terra antes de Zeus). O exército das trevas, liderado por Luke, pretende localizar um monstro ancestral para destruir o monte Olimpo! Assim, guiados por uma profecia realizada pela múmia do Oráculo de Delfos, o novo time vai atrás dessa nova ameaça.
Aqui temos uma grande diferença de outras obras do tipo: Jackson não treina simplesmente para virar um mago ou guerreiro, ele treina e estuda para virar um herói! Para garantir um mundo seguro àqueles que ama e poder gozar das maravilhas do Olimpo, como todo bom herói mitológico! Assim, a cada capítulo
nosso herói, filho de Poseidon, amadurece, conhece cada vez mais da personalidade e do passado de seus companheiros e enfrenta o retorno de seres  que viviam em lendas!
Uma coisa constante que ocorre, sem ser enjoativa, mas sempre de forma divertida, é o estímulo a estudar a histórias e lendas, sendo com os heróis tendo que se recordar destas para derrotar os monstros, seja na figura do pai da heroína Annabeth, um professor de história fissurado em guerras.
Como comentei em posts anteriores ( aqui http://letraseaventura.blogspot.com.br/2014/01/liga-da-justica.html e aqui http://letraseaventura.blogspot.com.br/2014/01/vinagadores.html ), a mitologia e a filosofia grega estão na base do conhecimento ocidental.
             Sabe porque dizemos que algo está hermeticamente fechado? Conhece a expressão Cavalo de Tróia? O primeiro se refere aoa antigos cultos secretos ao deus Hermes que eram extremamente fechados para membros externos. O segundo se refere a estratégia que Odisseu usou para tomar a cidade de Tróia, enviando um Cavalo de Madeira de presente para simbolizar sua rendição, mas enquanto os troianos festejavam a rendição de Odisseu, centenas de soldados escondidos saíram do cavalo e tomaram a cidade. Não apenas simples expressões, mas estratégias que podem ser usadas no dia a dia vem diretamente de lá, logo, estudar nosso passado permite entender o presente e traçar nosso futuro.





terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

TURMA DO ARREPIO SESSÂO RETRÔ

Vídeo muito bom que encontrei do canal virtual Sessão Retrô sobre uma das raras obras de quadrinhos brasileira adaptada para live-action: A Turma do Arrepio!!!