terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A cadeira de prata



Novamente enviado para Nárnia, desta vez auxiliado pela sua única amiga de escola Jill Pole, Eustáquio precisará encontra o herdeiro do trono desaparecido  há anos.  Já mencionada diversas vezes nos livros anteriores como uma região com freqüente conflito  com Nárnia,  a terra do Gigante  é explorada , assim como todo um novo reino subterrâneo!
            Com Cáspian X (o príncipe Cáspian da aventura anterior, já idoso ( pois o tempo em Nárnia passa diferente do nosso tempo,os 2 percorrem o extremo norte do mundo de Nárnia com auxilio do Brejeiro, pertencente a uma raça de traços anfíbios,  o mais o otimista dos pessimistas ( ou o mais pessimista dos otimistas J, atrás do regente desaparecido, vemos uma questão bem interessante que é como manter o legado fantástico que foi dado ao mundo.
            Os gigantes são arquétipos perfeitos dos que tentam usar luxo e a “alta educação” para disfarçar a brutalidade e a arrogância.
            Por fim, finalmente temos um reino subterrâneo, as profundezas sem luz dos contos de fadas onde uma ameaça terrível deverá ser enfrentada. Desta forma, continua a questão de cada livro explorar e detalhar uma região geográfica diferente.  E temos algo bem interessante, que tinha sido levemente explorado no livro anterior sobre a educação de Eustáquio, a crítica direta e brutal aos modelos educacionais que podam os sonhos e substituem a imaginação pela decoreba de classificações e termos técnicos, o grande problema da escola de Eustáquio e que é apontada como uma fábrica de tiranos.