segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A batalha final

   

           Literalmente o última história de Nárnia, se inciando com a origem de um falso  Aslam que começa a escravizar os narnianos que, com séculos sem ver nem o Aslam real nem os leões de Nárnia,  obedecem cegamente sua ordens, para o desespero do regente que não sabe se permanece leal à bondade de seu coração ou aos caprichos daquele que dizem ser o verdeiro rei de Nárnia
          Aqui está a inovação ao inciar em Nárnia a história e, apenas no meio, surgirem os heróis da Terra. A ameça é um culto cada vez mais sombrio e escravagista,  metade composta  por narnianos acreditando firmemente que é Aslam que os comanda, extasiados pela presença física do que parece a eles um leão, mesmo não podendo vê-lo de perto , e a outra metade pelos guerreiros do país de Tashban, fascinados pela oportunidade de escravizar os animais falantes.
           Desta forma, temos as tentativas de destruir o culto, culminando no aparecimento do próprio senhor das Trevas Tash e do luminoso Aslam, que dão inicio a destruição da Nárnia.
            Aqui é explícita a ideia de falso gurus coagindo as pessoas de acordo com seus mesquinhos interesses e talvez uma das maiores lições do livro seja a de como não se deixar enganar por eles. Inclusive podemos refletir : os habitantes não eram capazes de reconhecer a bondade e a fantasia legados por Aslam devido à degradação natural daquele mundo ou foi essa incapacidade de distinguir entre respeito amoroso e submissão cega  que resultou no colapso do planeta?
            Completando, temos um verdadeiro  apocalipse dos contos de fadass, como seria se um mundo de encantamento ruísse,  assim como temo o detalhamento do o país de Aslam, o lugar de onde vem toda a fantasia e imaginação.
     Foto: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3116394&sid=89382348915127661265354218